terça-feira, 4 de abril de 2017


Novos Olhares: Carta aberta dos jovens realizadores


Uma parte do orçamento do ICA e da Cinemateca Portuguesa provém das obrigações sociais pagas pelas Televisões e pelas operadoras do cabo. É inaceitável que agora estas empresas reclamem para si o direito de decidir como estes valores serão distribuídos.

4 de Abril de 2017

1. Decorre entre Março e Junho na Cinemateca Portuguesa o ciclo Novos Olhares, onde serão exibidos dezenas de filmes portugueses realizados por um conjunto vasto de realizadores nascidos depois de 1974. Este programa espelha a enorme força e diversidade da mais recente produção cinematográfica nacional. Nós, os cem assinantes deste texto, estamos a participar também na construção do património vivo e único de imagens e sons que é o Cinema Português.
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2. Esta expressiva participação é possível porque existiu um Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA) que correu o risco saudável de apoiar muitos destes primeiros projectos, respeitando a diversidade de propostas estéticas, mesmo perante filmes que se recusavam a obedecer a regras, imposições e à normativização do olhar. O ICA é um organismo público que dispunha de mecanismos para defender e incentivar a liberdade artística dos realizadores, numa missão clara de serviço público, ao tornar possível a existência de filmes que sem o seu apoio não poderiam ter sido feitos. Os resultados desta política são visíveis: hoje, os nossos filmes – e os de dezenas de outros colegas - viajam por Portugal e pelo mundo e são uma representação viva e enérgica da nossa cultura, conseguindo em muitos casos captar o interesse de co-produtores internacionais de países tão variados como França, Alemanha, Suíça, Estados Unidos, Brasil, Bulgária, Servia, Índia ou Qatar.

3. Paradoxalmente, o ciclo na Cinemateca acontece no momento em que esta diversidade se encontra mais ameaçada. Está em vigor um decreto-lei que relega o processo de escolha e designação de jurados a uma arena de interesses, a SECA (Secção Especializada do Cinema e Audiovisual), um órgão consultivo, onde cada representante defende a sua causa própria, numa clara usurpação contranatura de poderes que ao ICA caberia exercer.

4. Uma parte do orçamento do ICA e da Cinemateca Portuguesa provém das obrigações sociais pagas pelas Televisões e pelas operadoras do cabo, através de taxas que existem por estas exercerem actividades sujeitas a licenciamento público. É inaceitável que agora estas empresas reclamem para si o direito de decidir como estes valores serão distribuídos. Perguntamos: será que também se acham no direito de interferir na programação da Cinemateca?

5. O realizador António-Pedro Vasconcelos, na condição de porta-voz das operadoras, canais por cabo e emissoras, assina a 16 de Fevereiro o texto “Em Defesa da SECA” afirmando que este é “(…) o órgão mais representativo do cinema e do audiovisual, onde figuram todas as sensibilidades, orientações e tendências de um sector complexo”. Urge refutar este engano, relembrando que a SECA se encontra esvaziada de metade dos seus membros - as 11 associações do sector que tiveram a decência de se recusar a participar na nomeação dos júris e que juntas formaram a Plataforma do Cinema. É um triste exemplo o que nos é dado pelo veterano António-Pedro Vasconcelos, ao escolher ser o realizador português (juntamente com José Carlos Oliveira) que aceita participar na nomeação dos júris para concursos onde irá concorrer.

6. A divisão artificial entre o pretenso cinema comercial vs. cinema de autor cristalizou-se no discurso daqueles que agora querem controlar os concursos do ICA. Nós, os jovens realizadores assinantes desta carta, rejeitamos este discurso bipolarizado entre dois tipos de cinema. Que “orientações” e “tendências” são estas a que se refere António-Pedro Vasconcelos, e que critérios as definem? Que cinema comercial é esse que em Portugal nunca gerou lucro? Recusamos essa visão obsoleta, porque não nos reconhecemos em nenhuma destas vagas classificações. E mais do que isso, entendemos que um órgão consultivo como a SECA não serve para agregar as ditas “tendências”. Porque se estas existem, é o conjunto de filmes que forma a cinematografia portuguesa que as irá refletir, como nos mostra o ciclo da Cinemateca Portuguesa. A nossa luta não é em defesa de um tipo de cinema em oposição a outro, porque a diversidade de olhares da cinematografia portuguesa é, historicamente, a sua maior riqueza e aquela que importa preservar.

7. Pronunciamo-nos com a urgência de uma geração que se recusa a assistir passivamente à destruição de uma política cultural que defendia o bem público. Para quem, como nós, nasceu e cresceu em Democracia, é um acontecimento inédito ver um organismo público como o ICA ser tomado de assalto e instrumentalizado desta forma, perdendo a sua independência, e regredindo a um estágio de menoridade jurídica, política e intelectual. Por isso manifestamos a nossa absoluta discordância com:

- Atribuir à SECA a nomeação de júris para os concursos de apoio ao cinema. É uma forma de desresponsabilização do próprio ICA, que fica refém de interesses corporativos e de um perigoso lobbying, reduzindo-o a um mero distribuidor de dinheiros públicos.

- Esta forma nada transparente de gerir dinheiros públicos que é absolutamente contraditória para com as políticas deste Executivo noutras áreas, chocando com as boas práticas na gestão e aplicação de dinheiros públicos que o actual Governo afirma defender.

8. A alteração do decreto-lei nº124/2013 é o momento de devolver ao ICA a responsabilidade pela política cultural que apoia e promove o cinema português; e reclarificar o papel da SECA como órgão exclusivamente consultivo, tal como está consagrado no decreto-lei que instituiu o Conselho Nacional de Cultura e as suas secções especializadas.



Adriano Mendes, Alexandra Ramires, Alexandre Farto, Ana Eliseu, Ana Maria Gomes, André Gil Mata, André Godinho, André Marques, André Principe, André Santos, André Valentim Almeida, Aurora Ribeiro, Aya Koretzky, Basil da Cunha, Bruno Lourenço, Bruno Moraes Cabral, Carlos Conceição, Catarina Vasconcelos, Christine Reeh, Cláudia Alves, Cláudia Rita Oliveira, Cláudia Varejão, Cristèle Alves Meira, David Bonneville, David Doutel, Dânia Lucas, Diogo Baldaia, Diogo Costa Amarante, Eduardo Brito, Filipa César, Filipa Reis, Francisco Carvalho, Francisco Queimadela, Frederico Lobo, Gabriel Abrantes, Gonçalo Tocha, Gonçalo Waddington, Ico Costa, Inês Oliveira, Inês Sapeta Dias, Joana Ascensão, Joana Cunha Ferreira, Joana Frazão, Joana Pimenta, João Dias, João Miller Guerra, João Nicolau, João Pedro Plácido, João Salaviza, João Rosas, João Vladimiro, Jorge Jacome, José Filipe Costa, Karen Akerman, Laura Gonçalves, Leonor Noivo, Leonor Teles, Luis Miguel Correia, Luisa Homem, Márcio Laranjeira, Marco Leão, Margarida Leitão, Margarida Rego, Mariana Caló, Mariana Gaivão, Marta Pessoa, Maureen Fazendeiro, Maya Kosa, Miguel Clara Vasconcelos, Miguel Faro, Miguel Moraes Cabral, Miguel Seabra Lopes, Mónica Lima, Mónica Santos, Nathalie Mansoux, Patrick Mendes, Paulo Abreu, Pedro Augusto Almeida, Pedro Cabeleira, Pedro Filipe Marques, Pedro Fortes, Pedro Maia, Pedro Neves, Pedro Peralta, Pedro Pinho, Raquel Marques, Renata Sancho, Renée Nader Messora, Rita Barbosa, Rita Macedo, Salomé Lamas, Sérgio da Costa, Sofia Bost, Sofia Marques, Susana Nobre, Telmo Churro, Tiago Hespanha, Tiago Rosa-Rosso, Tomás Baltazar, Vasco Sá

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

COMUNICADO DE IMPRENSA

O Ministério da Cultura veio dar resposta ao texto “Nomeação de Júris no Cinema”, publicado no jornal Público na passada sexta-feira, dia 16 de Setembro, que entretanto foi colocado em petição pública, contando neste momento com mais de 800 assinaturas. Esta resposta surgiu na sexta-feira, no Observador, e no sábado, no Público, onde adiantava que “Na nova proposta de decreto-lei, a decisão de seleção de jurados para concursos será da exclusiva competência do ICA [Instituto do Cinema e do Audiovisual] após consulta à Secção Especializada do Cinema e do Audiovisual do Conselho Nacional de Cultura”. 

Vêm agora os primeiros subscritores do texto "Nomeação de Júris no Cinema" esclarecer alguns pontos que julgam serem igualmente do conhecimento do Ministério:

1. a solução anunciada pelo atual Governo não se trata de uma novidade, tendo sido já adotada o ano passado, como solução de recurso, pelo Secretário de Estado da Cultura do anterior Governo;

2. a proposta de revisão do Decreto-lei apresentada pela Direção do ICA, em nome do Ministério da Cultura, prevê, de facto, adotar a mesma medida, embora o artigo que estabeleça essa norma deva ser visto na sua globalidade: “compete ao ICA, após recolher os contributos da Secção Especializada do Cinema e Audiovisual do Conselho Nacional de Cultura, designar júris para cada concurso onde tal seja exigido, (...), escolhidos de entre pessoas com conhecimentos e experiência adequados à tarefa de avaliação de projetos para que são designadas, oriundas das diferentes profissões e áreas do saber no domínio do cinema e audiovisual";

3. assim sendo, a verdadeira novidade anunciada não consistiria na autonomia do ICA relativamente as deliberações da SECA mas sim na reformulação do perfil dos júris, retirando da lei características anteriores como “reconhecido currículo, manifesto mérito cultural e idoneidade”;

4. apesar de, desde o ano passado, o ICA não estar obrigado a seguir as indicações da SECA (supostamente remetida a um papel meramente consultivo), isso não impediu que a atual direção do ICA as seguisse fielmente, aparentemente sem se interrogar se os nomes propostos como júris para concursos a decorrer em 2016 cumpriam os requisitos constantes nos regulamentos (os cv dos júris estão disponíveis para consulta no site do ICA);

5. portanto, ao achar possível manter dentro do processo de escolha de júris a SECA (mesmo que sujeita à “autonomia do ICA”), órgão onde estão representados os interessados diretos no resultado dos concursos, a recente reação do Ministério da Cultura vem agravar o sentimento de inquietação partilhado pelos subscritores do texto.


Interrogação suplementar: será que o Ministério da Cultura vai homologar os júris dos concursos para 2017 que a SECA se prepara para aprovar nas próximas semanas (na sexta-feira, dia 16, terminou o prazo dado pela Direção do ICA para os membros da SECA enviarem as suas sugestões de nomes para os júris dos concursos de 2017, fazendo acompanhar essas sugestões dos respetivos currículos, contactos e termos de aceitação para a função de jurado assinadas pelos próprios)? Ou, pelo contrário, irá interromper o processo até que a proposta de revisão ao Decreto-lei esteja aprovada e entre em vigor?

Os signatários do texto reiteram que se recusam a participar no processo de nomeação de júris e esperam que a tutela assuma finalmente as suas responsabilidades no processo.
 
Os primeiros subscritores do texto / manifesto "nomeação de júris no Cinema"

Alexandre Oliveira
Filipa Reis
Ivo. M. Ferreira
Joana Ferreira
João Botelho
João Canijo
João Matos
João Nicolau
João Pedro Rodrigues
João Salaviza
Leonor Teles
Luis Urbano
Marco Martins
Margarida Cardoso
Margarida Gil
Miguel Gomes
Pedro Borges
Pedro Costa
Pedro Peralta
Rita Azevedo Gomes
Salomé Lamas
Sandro Aguilar
Teresa Villaverde

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

NOMEAÇÃO DE JÚRIS NO CINEMA

(por favor leiam, assinem a petição e divulguem!)


O compromisso com um “reforço claro do investimento na cultura" no OE 2017 manifestado recentemente em declarações públicas pelo Sr. Primeiro-Ministro, Dr. António Costa, só pode ser saudado pelos agentes culturais, acossados desde há muito por trabalharem num sector cronicamente subfinanciado.

No entanto, esta aposta só será consequente se o Governo a fizer acompanhar, sem tropeços ou embaraços, de uma política cultural reconhecível, com linhas de orientação claras e regras de participação idóneas e transparentes, e com entidades públicas capazes de a executar.

O processo de nomeação de júris para os concursos públicos de apoio ao cinema que, desde 2014, a atual Direção do Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA) executou, na vigência do anterior Governo, é um exemplo de como a aposta do Governo pode tropeçar, caso o pretenda manter. Senão vejamos: os nomes dos júris desses concursos têm sido propostos ao ICA pelos seus próprios potenciais beneficiários (associações profissionais, representantes das televisões, representantes dos operadores de audiovisual, personalidades convidadas, todos com assento na SECA – Secção Especializada do Cinema e Audiovisual do Conselho Nacional de Cultura). Neste processo, o ICA reserva-se o papel de promover a reunião desses elementos, secretariar as votações e enviar a lista final para o gabinete do responsável pela tutela da Cultura para homologação. Desta prática, resultou um insuportável ambiente de suspeição sobre decisões de apoio tomadas por júris cujo perfil, na sua ampla maioria, está muito longe dos requisitos que a Lei estabelece: “personalidades com reconhecido currículo, capacidade, idoneidade e com manifesto mérito cultural e competência para o desempenho da atividade de jurado".

Desde 2014, os abaixo-assinados e uma representativa maioria de agentes do cinema, têm-se manifestado contra a perversidade deste processo, invocando duas razões de fundo para tal:

1) a participação ativa no processo de decisões sobre apoio ao cinema de entidades privadas com interesses de mercado é incompatível com qualquer ideia de política cultural promovida pelo Estado - justificada na origem precisamente pelo reconhecimento da necessidade de regulação de mercado - visando criar condições para a existência de filmes que, pelo facto de não seguirem regras instituídas de modelos industriais, dificilmente reuniriam os meios para se concretizar;

2) manifesta impossibilidade de garantir a equidistância necessária para julgar os projetos se sobre os membros do júri - apadrinhados por cada um dos seus proponentes - não recair inevitável suspeita de que estão ali para defender o interesse direto de quem os nomeou.

Acresce ainda que, desde o ano passado, foi introduzida mais uma insensata nuance a tão absurdo processo. O ICA pediu aos proponentes para fazerem acompanhar cada nome de júri com uma declaração assinada por este, onde se afirmaria disponível para integrar a lista de júris. Sob pretexto de simplificar perdas de tempo administrativas, não percebeu a Direção do ICA que tinha acabado de dar forma final ao vinculo entre proponente e proposto, fazendo depender o processo de nomeações de uma relação pessoal prévia estabelecida entre eles.

Não nos parece necessário transpor estes procedimentos para o campo de outros concursos públicos (imagine-se um representante da Mota Engil a chegar ao Ministério das Obras Públicas com propostas para o júri do concurso a que se quer candidatar, trazendo inclusivamente papéis assinados por eles...) para entender que a promiscuidade deste sistema, se não atenta contra leis gerais relativas a concursos públicos, atenta certamente contra toda e qualquer regra de bom senso.

Parece-nos surpreendente que, à semelhança do anterior Executivo, o atual não seja sensível ao argumento do primeiro ponto, achando possível que representantes da MEO, da NOS e dos operadores privados de televisão possam decidir o perfil dos decisores do cinema em Portugal sem que existam conflitos de interesse e insanável contradição com os princípios que presidem à própria ideia de política de apoio ao cinema promovida pelo Ministério da Cultura.

Parece-nos ainda mais surpreendente que a Tutela – esta, a anterior ou qualquer outra – possa aceitar sem incómodo o modelo de absoluta promiscuidade criado pela Direção do ICA, onde um tráfico de influências devidamente regulamentado serve para agentes diretamente interessados no resultado dos concursos condicionarem antecipadamente os seus resultados.

A manter-se este modelo, o Governo cauciona uma ideia de que os concursos de apoio ao cinema são uma distribuição automática de dinheiros públicos àqueles que se revelem mais fortes ou influentes junto da Direção do ICA, abstendo-se de assegurar as regras mínimas de idoneidade no decorrer do processo.

Nós, os abaixo-assinados, não nos conformaremos com este processo e dele recusamos fazer parte. Não queremos ser chamados para propor ao ICA nomes de júris, nem queremos que outros interessados diretos no resultado dos concursos o façam. Queremos a alteração do decreto-lei que permita devolver a responsabilidade da escolha dos júris ao ICA, como sempre sucedeu no passado, assegurando a neutralidade e equidistância necessárias a estes procedimentos. Queremos que isso se faça com uma Direção do ICA capaz de assumir as suas responsabilidades no processo. E queremos acreditar que a passividade do atual Ministério da Cultura, se deva apenas a uma falta de atenção que seguramente ainda vai a tempo de corrigir.

Alexandre Oliveira
Ana Isabel Strindberg
André Godinho
Carlos Conceição
Claudia Varejão
Filipa César
Filipa Reis
Inês Sapeta Dias
Ivo. M. Ferreira
Joana Ferreira
João Botelho
João Canijo
João Matos
João Miller Guerra
João Nicolau
João Pedro Rodrigues
João Salaviza
José Filipe Costa
Leonor Noivo
Leonor Teles
Luis Urbano
Manuel Mozos
Marco Martins
Margarida Cardoso
Margarida Gil
Margarida Moz
Miguel Dias
Miguel Gomes
Miguel Valverde
Pedro Borges
Pedro Costa
Pedro Marques
Pedro Peralta
Pedro Pinho
Rita Azevedo Gomes
Rodrigo Areias
Salette Ramalho
Salomé Lamas
Sandro Aguilar
Susana Nobre
Teresa Villaverde


terça-feira, 5 de abril de 2016

domingo, 23 de junho de 2013

MANHÃ DE SANTO ANTÓNIO de João Pedro Rodrigues no Festival de Vila do Conde 2013 - 14.07.2013

Manhã de Santo António, de João Pedro Rodrigues, será apresentado no domingo 14 de Julho, às 20h00, na secção Short Matters do 20º Curtas Vila do Conde - Festival de Curtas Metragens que vai decorrer de 6 a 14 de Julho de 2013.

A PALESTRA de Bruno de Almeida, no Festival de Vila do Conde 2013 - 08.07.2013

A Palestra, de Bruno de Almeida, será apresentado na segunda-feira 8 de Julho de 2013, às 21h45, na secção Panorama Nacional do 20º Curtas Vila do Conde - Festival de Curtas Metragens que vai decorrer de 6 a 14 de Julho de 2013.

DIVE: APPROACH AND EXIT de Sandro Aguilar no Festival de Vila do Conde 2013 - 08.07.2013

Dive: Approach and Exit, de Sandro Aguilar, será apresentado na segunda-feira 8 de Julho de 2013, às 21h45, na secção Panorama Nacional do 20º Curtas Vila do Conde - Festival de Curtas Metragens, que vai decorrer de 6 a 14 de Julho de 2013.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

MAHJONG de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata no Festival de Vila do Conde 2013 - 08.07- 11.07 e 09.07.2013

Mahjong, de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, será apresentado na segunda-feira 8 de Julho de 2013, às 21h00, na terça-feira 9 de Julho, às 21h45 e na quinta 11 de Julho, às 21h45, no 20º Curtas Vila do Conde - Festival de Curtas Metragens que vai decorrer de 6 a 14 de Julho de 2013, no âmbito do programa Estaleiro.

TABATÔ de João Viana no Festival de Vila do Conde 2013 - 07.07 e 11.07.2013


Tabatô, curta metragem de João Viana, foi seleccionado para a competição do 20º Curtas Vila do Conde - Festival de Curtas Metragens que vai decorrer de 6 a 14 de Julho de 2013 e será apresentado no domingo 7 de Julho, às 20h00 e na quinta-feira 11 de Julho, às 21h00.

O CORPO DE AFONSO de João Pedro Rodrigues no Festival de Vila do Conde 2013 - 07.07 e 11.07.2013

O Corpo de Afonso, de João Pedro Rodrigues, realizado no âmbito de Histórias de Guimarães, para a Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura, foi seleccionado para a competição do 20º Curtas Vila do Conde - Festival de Curtas Metragens que vai decorrer de 6 a 14 de Julho de 2013, e será apresentado no domingo 7 de Julho, às 20h00 e na quinta-feira 11 de Julho, às 21h00.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

A COMUNIDADE de Salomé Lamas no Festival Cinema Jove 2013 - Valência - Espanha

A Comunidade, de Salomé Lamas, foi seleccionado para o 28º Cinema Jove - Festival Internacional de Cine de Valencia, que vai decorrer de 21 a 28 de Junho de 2013.

CASA DE LAVA de Pedro Costa em Berlim - 29.06.2013

Casa de Lava, de Pedro Costa, será apresentado no sábado 29 de Junho de 2013 às 21h00, na Haus der Kulturen der Welt, em Berlim, no âmbito das Rencontres Paris/Berlin/Madrid. Sessão com a presença do realizador, seguida de uma conversa com Volker Panterburg. No mesmo dia, às 12h00, terá lugar um workshop com Pedro Costa.

SINAIS DE SERENIDADE POR COISAS SEM SENTIDO de Sandro Aguilar em Berlim - 25.06.2013

Sinais de Serenidade por Coisas sem Sentido, de Sandro Aguilar, será apresentado na terça-feira 25 de Junho de 2013 às 20h00, na Haus der Kulturen der Welt, em Berlim, no âmbito das Rencontres Paris/Berlin/Madrid.

Ciclo Escolha de Alberto Seixas Santos na Cinemateca - 5 - 28.06.2013

A Cinemateca convidou Alberto Seixas Santos a animar uma rubrica da programação As Escolhas de Alberto Seixas Santos. Todos os meses o realizador virá apresentar a projecção de um filme por ele escolhido. Na sexta-feira 28 de Junho de 2013, às 19h00 será apresentado Till Glädje / Rumo à Felicidade, de Ingmar Bergman.

JUVENTUDE EM MARCHA de Pedro Costa na Cinemateca - 28.06.2013

Juventude em Marcha, de Pedro Costa, será apresentadona sexta-feira 28 de Junho de 2013 às 15h30, na Cinemateca, no contexo do programa do Consórcio de Lisboa: Lisbon Summer School for the Study of Culture.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

SWEET EXORCIST (CENTRO HISTÓRICO) de Pedro Costa no Festival de Moscovo 2013

A longa-metragem Centro Histórico, realizada no âmbito de Guimarães, Capital Europeia da Cultura, constituída por quatro curtas de Víctor EricePedro Costa, Manoel de Oliveira e Aki Kaurismäki,  será apresentado em 26 e 28 de Junho de 2013 no 35º Festival Internacional do Filme de Moscovo no âmbito do programa Portugal Euphoriaprogramação completa do ciclo.

LISBOETAS de Sérgio Tréfaut no Festival de Moscovo 2013

Lisboetas, de Sérgio Tréfaut, será apresentado em 24, 26 e 28 de Junho de 2013 no 35º Festival Internacional do Filme de Moscovo no âmbito do programa Portugal Euphoriaprogramação completa do ciclo.

AQUELE QUERIDO MÊS DE AGOSTO de Miguel Gomes no Festival de Moscovo 2013

SANGUE DO MEU SANGUE de João Canijo no Festival de Moscovo 2013

Sangue do Meu Sangue, de João Canijo, será apresentado em 23 e 25 de Junho de 2013 no 35º Festival Internacional do Filme de Moscovo no âmbito do programa Portugal Euphoriaprogramação completa do ciclo.

A BATALHA DE TABATÔ de João Viana no Festival de Moscovo 2013

A Batalha de Tabatô, de João Viana, será apresentado em 22 e 28 de Junho de 2013 no 35º Festival Internacional do Filme de Moscovo no âmbito do programa Portugal Euphoriaprogramação completa do ciclo.

LISBOETAS de Sérgio Tréfaut na Cinemateca - 25.06.2013

Lisboetas, de Sérgio Tréfaut, será apresentado na terça-feira 25 de Junho às 21h30, na Cinemateca, no âmbito do XXIII Encontro Anual da Rede INURA (International Network of Urban Research and Action) que o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra organiza em Lisboa, Coimbra e Cúria, sob o motivo “Urban (ir)rationalities: Between global dynamics and local collective actions”. Na mesma sessão: Era uma Vez um Arrastão, de Diana Andriga.

sábado, 15 de junho de 2013

O DESTERRADO, BONJOUR, NAMBAN JAPAN, LA CHAMBRE JAUNE, UFA, de André Godinho na Cinemateca - 21.06.2013



O Desterrado, Bonjour, Namban Japan, La Chambre Jaune e UFA, de André Godinho, serão apresentados na sexta-feira 21 de Junho de 2013, às 21h30, na Cinemateca no âmbito da ante-estreia de La Chambre Jaune. Sessão com a presença do realizador.

ALFAMA de João Viana no Jardim do Torel - Lisboa - 21.06.2013

Alfama, de João Viana, será apresentado na sexta-feira 21 de Junho de 2013, às 21h30, no Jardim do Torel, em Lisboa, numa sessão ao ar livre do Shortcutz Lisboa. Na mesma sessão: Assim, Assim, de Sérgio Graciano e Dia do Desassossego, de Ricardo Filipe Reis.

A MINHA ALDEIA JÁ NÃO MORA AQUI de Catarina Mourão na Quinta da Fonte - Loures - 21.06.2013

A Minha Aldeia já não Mora Aqui, de Catarina Mourão, vai ser apresentado na sexta-feira 21 de Junho de 2013 às 15h00, em Loures, no Centro Comunitário da Apelação - Quinta da Fonte, no âmbito de uma programação da Apordoc, inserida no Festival O Bairro i o Mundo. Na mesma sessão: Quinta da Curraleira, de Tiago Hespanha

MÁSCARA DE AÇO CONTRA ABISMO AZUL de Paulo Rocha na RTP2 -20.06.2013

Máscara de Aço contra Abismo Azul, de Paulo Rocha, será apresentado na quinta-feira 20 de Junho de 2013, às 16h05, na RTP2.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

CASA DE LAVA - CADERNO de Pedro Costa - Ediçaõ em Portugal - 07.2013

Durante o processo de produção do filme Casa de Lava, Pedro Costa colecionou num caderno o que viu, o que leu, as suas ideias. Em vez de um argumento tradicional, este caderno reúne imagens, cartas, recortes de jornais, citações, postais, pinturas.... que guiaram o realizador durante as filmagens em Cabo Verde, e que continuou (e foi concluído) após o seu regresso a Lisboa. Este caderno tornou-se um objecto autónomo do filme, mostrando a linguagem visual de Pedro Costa.

A edição de Casa de Lava - Caderno é uma reprodução facsimilada do caderno original de Pedro Costa e inclui em anexo uma conversa entre o realizador e Nuno Crespo, e um texto de Philippe Azoury (em português, inglês e francês).

quarta-feira, 12 de junho de 2013

4 COPAS de Manuel Mozos na Cinemateca - 19.06.2013

4 Copas, de Manuel Mozos, será apresentado na quarta-feira 19 de Junho de 2013 às 15h30, na Cinemateca.

terça-feira, 11 de junho de 2013

O MEU AMIGO MIKE AO TRABALHO de Fernando Lopes na Cinemateca - 18.06.2013

O Meu Amigo Mike ao Trabalho, de Fernando Lopes, será apresentado na terça-feira 18 de Junho de 2013 às 21h30, na Cinemateca. Sessão apresentada por Augusto M.Seabra.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

O FANTASMA de João Pedro Rodrigues na Cinemateca - 17.06.2013

O Fantasma, de João Pedro Rodrigues, será apresentado na segunda-feira 17 de Junho de 2013 às 21h30 na Cinemateca.

TERRA DE NINGUÉM de Salomé Lamas - Estreia em Espanha - 31.05.2013

Terra de Ninguém, de Salomé Lamas, estreia em Espanha e estará em exibiçao em Madrid, Barcelona, Valença e Valladolid.

domingo, 2 de junho de 2013

quarta-feira, 29 de maio de 2013

sexta-feira, 24 de maio de 2013

segunda-feira, 20 de maio de 2013

O FANTASMA de João Pedro Rodrigues na 2º Mostra Cinema Português Contemporâneo 2013 - Brasil

O Fantasma, de João Pedro Rodrigues, será apresentado na 2ª Mostra - Cinema Português Contemporâneo, no domingo 26 de Maio, às 18h00, na Caixa Culutral de Recife, na quarta-feira 5 de Junho de 2013 às 20h00 e na quinta-feira 6 de Junho de 2013 às 18h30, no Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro. De 16 a 20 de Julho de 2013, a Mostra será apresentada na Caixa Cultural de São Paulo.

A PISCINA de João Viana e Iana Ferreira na 2º Mostra Cinema Português Contemporâneo 2013 - Brasil

A Piscina, de Iana Ferreira e João Viana, será apresentado na 2ª Mostra - Cinema Português Contemporâneo, no domingo 26 de Maio, às 14h00, na Caixa Culutral de Recife e na quarta-feira 29 de Maio de 2013 às 17h10, no Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro. De 16 a 20 de Julho de 2013, a Mostra será apresentada na Caixa Cultural de São Paulo. Nas mesmas sessões: Palácios de Pena, de Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt.

UM ADEUS PORTUGUÊS de João Botelho no Teatro do Campo Alegre - Porto - 20.05.2013

Um Adeus Português,  de João Botelho, será apresentado na segunda-feira 20 de Maio de 2013, às 22h00, no Teatro do Campo Alegre, no Porto, numa sessão dupla com o filme Alheava_Filme, de Manuel Santos Maia. Sessão apresentada por Manuel Santos Maia.

domingo, 19 de maio de 2013

UMA ABELHA NA CHUVA de Fernando Lopes na 2º Mostra Cinema Português Contemporâneo 2013 - Brasil

Uma Abelha na Chuva, de Fernando Lopes, será apresentado na 2ª Mostra - Cinema Português Contemporâneo,  na sexta-feira 24 de Maio, às 16h30, na Caixa Culutral de Recife e na sexta-feira 24 de Maio de 2013 às 17h10, no Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro. De 16 a 20 de Julho de 2013, a Mostra será apresentada na Caixa Cultural de São Paulo.

RAFA de João Salaviza na 2º Mostra Cinema Português Contemporâneo 2013 - Brasil

Rafa, de João Salaviza, será apresentado na 2ª Mostra - Cinema Português Contemporâneo,  na sexta-feira 24 de Maio, às 14h30, na Caixa Culutral de Recife e na terça-feira 28 de Maio de 2013 às 16h00, no Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro. De 16 a 20 de Julho de 2013, a Mostra será apresentada na Caixa Cultural de São Paulo.

OS OLHOS DO FAROL de Pedro Serrazina na 2º Mostra Cinema Português Contemporâneo 2013 - Brasil

Os Olhos do Farol, de Pedro Serrazina, será apresentado na 2ª Mostra - Cinema Português Contemporâneo,  na sexta-feira 24 de Maio, às 14h30, na Caixa Culutral de Recife e na terça-feira 28 de Maio de 2013 às 20h00, no Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro. De 16 a 20 de Julho de 2013, a Mostra será apresentada na Caixa Cultural de São Paulo.

O NOME E O N.I.M. de Inês Oliveira na 2º Mostra Cinema Português Contemporâneo 2013 - Brasil

O Nome e o N.I.M., de Inês Oliveira, será apresentado na 2ª Mostra - Cinema Português Contemporâneo,  na sexta-feira 24 de Maio, às 14h30, na Caixa Culutral de Recife e no sábado 1º de Junho de 2013 às 16h00, no Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro. De 16 a 20 de Julho de 2013, a Mostra será apresentada na Caixa Cultural de São Paulo.

sábado, 18 de maio de 2013

FILME DO DESASSOSSEGO de João Botelho na 2º Mostra Cinema Português Contemporâneo 2013 - Brasil

Filme do Desassossego, de João Botelho, será apresentado na 2ª Mostra - Cinema Português Contemporâneo,  na quinta-feira 23 de Maio, às 19h30, na Caixa Culutral de Recife, no sábado 25 de Maio de 2013 às 14h00 e no sábado 1º de Junho de 2013 às 20h00, no Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro. De 16 a 20 de Julho de 2013, a Mostra será apresentada na Caixa Cultural de São Paulo. Sessão do 23 de Maio e 1º de Junho com a presença do realizador.

BELARMINO de Fernando Lopes na 2º Mostra Cinema Português Contemporâneo 2013 - Brasil

Belarmino, de Fernando Lopes, será apresentado na 2ª Mostra - Cinema Português Contemporâneo,  na quinta-feira 23 de Maio, às 17h30, na Caixa Culutral de Recife e no sábado 25 de Maio de 2013 às 15h40, no Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro. De 16 a 20 de Julho de 2013, a Mostra será apresentada na Caixa Cultural de São Paulo.

DIRECTO de Luís Alvarães e Luís Mário Lopes na 2º Mostra Cinema Português Contemporâneo 2013 - Brasil

Directo, de Luís Alvarães e Luís Mario Lopes, será apresentado na 2ª Mostra - Cinema Português Contemporâneo,  na sexta-feira 24 de Maio, às 14h30, na Caixa Culutral de Recife e na quarta-feira 29 de Maio de 2013 às 20h00, no Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro. De 16 a 20 de Julho de 2013, a Mostra será apresentada na Caixa Cultural de São Paulo.

A VINGANÇA DE UMA MULHER de Rita Azevedo Gomes na 2º Mostra Cinema Português Contemporâneo 2013 - Brasil

A Vingança de uma Mulher, de Rita Azevedo Gomes, será apresentado na 2ª Mostra - Cinema Português Contemporâneo,  na quarta-feira 22 de Maio de 2013, às 16h00, na Caixa Culutral de Recife, na quarta-feira 29 de Maio de 2013 às 20h00 e na quinta-feira 6 de Junho de 2013, às 20h00, no Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro. De 16 a 20 de  Julho de 2013, a Mostra será apresentada na Caixa Cultural de São Paulo.

terça-feira, 14 de maio de 2013

RAFA de João Salaviza no Centquatre - Paris - 09.06.2013

Rafa, de João Salaviza, será apresentado no domingo 9 de Junho de 2013, às 17h30, no 104-centquatre, em Paris, no âmbito do ciclo Focus Portugal: le cinéma de l'intranquilité. Na mesma sessão, Alice, de Marco Martins e na sessão das 19h30, Aquele Querido Mês de Agosto, de Miguel Gomes.

FILME DO DESASSOSSEGO de João Botelho no Centquatre - Paris - 09.06.2013

Filme do Desassossego, de João Botelho, será apresentado no domingo 9 de Junho de 2013, às 14h00, no 104-Centquatre, em Paris, no âmbito do ciclo Focus Portugal: le cinéma de l'intranquilité. Na mesma sessão:  Arena, de João Salaviza.

ARENA de João Salaviza no Centquatre - Paris - 09.06.2013

Arena, de João Salaviza, será apresentado no domingo 9 de Junho de 2013, às 14h00, no 104-Centquatre, em Paris, no âmbito do ciclo Focus Portugal: le cinéma de l'intranquilité. Na mesma sessão: Filme do Desassossego, de João Botelho.